
Ola galere, pra dar uma diminuída na aparência depressiva que eu devo ter deixado com o ultimo post, vou postar aqui uma coisinha que eu escrevi ontem a noite... é bem estranha –Q mas afinal, quem não é estranho?! rs faz pensar um pouco sobre os conceitos que a gente tem das coisas, o que realmente seria beleza, Estilo, o que pode ser entendido como ‘ser legal’ entre outras coisas, acho legal a gente questionar opiniões que a gente já formou,e não se alienar se agarrando em coisas que talvez nem tenham sentido, como já diria Raul Seixas “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo” e também incentiva as pessoas a olharem para dentro de si e buscar se conhecerem melhor...então lá vai -q
Talvez
Sentada no chão do meu quarto
A pensar, sobre todas as coisas que fiz
Ou deixei de fazer
Sobre como fazer as coisas ficarem diferentes
Sobre como dar aquele empurrão
Para fazer tudo finalmente funcionar
Refletindo sobre o quão errado devo ser
Tão detalhista, que talvez ninguém eu venha a querer
Pensando sobre as pessoas que se aproximam de mim
O que será que elas vêem?
Não tenho nada em especial
Talvez eu nem seja tão legal
Quem sabe não sou uma chata
Tão chata que a isso não enxergo?
Quem sabe o meu caráter é dos piores?
Percebo que a mim, pouco conheço
Quinze anos, mas tudo do avesso
O que eu sou afinal?
Com certeza nada em especial!
Não tão inteligente
Nem tão estilosa enfim
Nem sei mais o que chamaria
De “estiloso” hoje pra mim
Não nasci provida de beleza
Seria eu um desastre da natureza?
Nem sei o que é beleza,
Pois dizem que ela está nos olhos de quem a vê
E eu não sei quem vê beleza em mim
Talvez todos, ou talvez ninguém
E eu que me considerava tão “do bem”
Talvez agora me questiono
O bem é bem quando é bem para os outros ou quando é bem pra mim?
Talvez seja eu uma louca
Escrevendo sem parar,
Pra ver o tempo passar
Ou talvez com medo que eu o veja assim
Sumindo de perto de mim
Calendários a passar, ponteiros a girar,
Teria eu medo do tempo?
Ou o tempo medo de mim?
Não saberia dizer quem sou,
E quem se importaria?
Pois todos tem seu próprio ‘eu’ para cuidar
Nem ligariam então para um eu perdido
Que nem sabe direito quem é ‘eu’
Talvez um dia descubra
Quem é o eu que vive dentro de mim...
Talvez
Sentada no chão do meu quarto
A pensar, sobre todas as coisas que fiz
Ou deixei de fazer
Sobre como fazer as coisas ficarem diferentes
Sobre como dar aquele empurrão
Para fazer tudo finalmente funcionar
Refletindo sobre o quão errado devo ser
Tão detalhista, que talvez ninguém eu venha a querer
Pensando sobre as pessoas que se aproximam de mim
O que será que elas vêem?
Não tenho nada em especial
Talvez eu nem seja tão legal
Quem sabe não sou uma chata
Tão chata que a isso não enxergo?
Quem sabe o meu caráter é dos piores?
Percebo que a mim, pouco conheço
Quinze anos, mas tudo do avesso
O que eu sou afinal?
Com certeza nada em especial!
Não tão inteligente
Nem tão estilosa enfim
Nem sei mais o que chamaria
De “estiloso” hoje pra mim
Não nasci provida de beleza
Seria eu um desastre da natureza?
Nem sei o que é beleza,
Pois dizem que ela está nos olhos de quem a vê
E eu não sei quem vê beleza em mim
Talvez todos, ou talvez ninguém
E eu que me considerava tão “do bem”
Talvez agora me questiono
O bem é bem quando é bem para os outros ou quando é bem pra mim?
Talvez seja eu uma louca
Escrevendo sem parar,
Pra ver o tempo passar
Ou talvez com medo que eu o veja assim
Sumindo de perto de mim
Calendários a passar, ponteiros a girar,
Teria eu medo do tempo?
Ou o tempo medo de mim?
Não saberia dizer quem sou,
E quem se importaria?
Pois todos tem seu próprio ‘eu’ para cuidar
Nem ligariam então para um eu perdido
Que nem sabe direito quem é ‘eu’
Talvez um dia descubra
Quem é o eu que vive dentro de mim...
Nenhum comentário:
Postar um comentário